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Adolpho Augusto Olyntho
ADOLPHO AUGUSTO OLYNTHO, natural da província de Minas Gerais, formou-se em Ciências Jurídicas e Sociais na Faculdade de Direito de São Paulo, recebendo o grau de Bacharel, em 10 de dezembro de 1863.
Iniciou sua vida pública no termo de Tamandaré, para o qual foi nomeado Juiz Municipal e de Órfãos, em decreto de 18 de setembro de 1865, e aí completou o quatriênio da lei, sendo reconduzido em decreto de 1º de junho de 1870.
Em decreto de 24 de agosto de 1872, foi nomeado Juiz de Direito da comarca de Itajubá, onde exerceu a judicatura no período de dezoito anos, sendo removido para a de Pirapitanga, em decreto de 12 de abril de 1890, e para a de Alfenas, em decreto de 31 de maio seguinte.
Esse último ato foi tornado sem efeito com a remoção para a comarca do Rio das Mortes, em decreto de 18 de junho ainda de 1890.
Achava-se no exercício de suas funções quando foi nomeado, em decreto de 23 de agosto de 1897, Ministro do Supremo Tribunal Federal, preenchendo a vaga aberta com a exoneração concedida, a pedido, a Joaquim Antunes de Figueiredo Junior, na mesma data. Tomou posse em 8 de setembro do mesmo ano.
Era casado com D. Emiliana Cobra Olyntho.
Faleceu em 12 de agosto de 1898, na cidade do Rio de Janeiro, sendo sepultado no Cemitério de São João Batista.
Referência:
LAGO, Laurenio. Supremo Tribunal de Justiça e Supremo Tribunal Federal: dados biográficos 1828-2001. 3. ed. Brasília: Supremo Tribunal Federal, 2001. p. 225.
